A Era do Big Data: a importância da análise de dados para obter sucesso com marketing digital

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A Era do Big Data: a importância da análise de dados para obter sucesso com marketing digital

O avanço da tecnologia está permitindo que, através de dados, profissionais do marketing digital consigam entender melhor os seus próprios consumidores e assim alcançar o sucesso.

De maneira mais rápida e completa, o marketing digital trabalha de forma mais assertiva através de dados que representam os comportamentos de consumo de seus clientes. Além disso, a análise de dados gera insights e reflete nas decisões não só de marketing, mas também em margens de lucro, logística e produção.

E essa análise de dados faz toda a diferença.

A gigante IBM e a Accenture, maior empresa de consultorias do mundo, realizaram um estudo e chegaram à conclusão de que empresas que fazem esse tipo de análise venderam 73% a mais em comparação com as quais não analisam seus dados gerados.

É uma diferença gigantesca, não é mesmo?

Além disso, concluíram que 65% despertam o sentimento de frustração ao receber ofertas incoerentes com seus perfis (algo que acontece com frequência).

E esse dado só confirma o que todos nós já deduzíamos.

Afinal, aposto que você deve se sentir de maneira semelhante quando lhe oferecem uma geladeira, mas você está à procura de um skate, por exemplo. Não faz sentido.

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A análise preditiva de dados

Os profissionais do marketing digital já sabem da importância da análise preditiva de dados de e já estão trabalhando em soluções em Big Data. Uma pesquisa realizada pela KPMG Capital com executivos de finanças mostrou que 99% dos entrevistados acreditam que Big Data é importante para tomar decisões.

O produto certo, na hora certa, para a pessoa certa.

Assim como o Netflix fez uso do big data para a criação da série House of Cards ao analisar o comportamento de 20 milhões de clientes antigos, o marketing digital também vêm fazendo o uso da análise de dados em grande escala. Afinal de contas, o objetivo do marketing digital é ser voltado aos consumidores.

Neste post, além da importância da análise de dados vamos citar alguns exemplos de grandes empresas que utilizam essa estratégia para criar produtos sensacionais para os seus clientes. Confira:

Walmart: big data no DNA da empresa

A companhia multinacional de varejo Walmart anunciou em 2011 que o big data se tornaria algo presente no seu DNA empresarial. A partir disso, desenvolveram um software capaz de buscar e analisar todas as interações em redes sociais de clientes, ou amigos de clientes, em tempo real.

Através da análise desses dados, o sistema consegue gerar insights através do que é publicado para propor ofertas personalizadas já em promoção.

Por exemplo, se o usuário escrever no Twitter que ama a série Friends, o software irá automaticamente respondê-lo oferecendo um box da série com um desconto incluso.

Outro fato incrível do uso de big data pela Walmart é que eles conseguem aprimorar localmente a distribuição de produtos e ofertas através do que a “vizinhança” está comentando nas redes sociais.

Target

Essa loja de departamentos americana é capaz de detectar, através do cruzamento de dados, quando as suas clientes apresentam o comportamento indicativo de estarem grávidas.

A empresa utiliza um software que atribui um número de registro para cada cliente, vinculado ao cartão de crédito, nome ou e-mail e que ao ser consultado apresenta um histórico de informações de compra e dados demográficos.

Assim, conseguem identificar padrões como, por exemplo, de que mulheres grávidas geralmente, antes mesmo de comprar as fraldas, adquirem nas primeiras semanas de gestação suplementos como cálcio, zinco e magnésio, assim como maiores quantidades de loções sem perfume.

Foi aí que iniciaram-se as ações de marketing personalizadas para as futuras mamães que o sistema detectava, enviando promoções de produtos para grávidas.
E o que aconteceu? As vendas de produtos para grávidas decolaram.

Produto certo, na hora certa, para a pessoa certa.
A grande sacada da Target ficou famosa pelo acontecimento de um fato um tanto quanto cômico.

Certo dia, um pai foi à loja para reclamar que sua filha, que ainda estava na escola, estava recebendo justamente as promoções da campanha de marketing para grávidas, algo totalmente sem sentido no ponto de vista dele.

A situação foi embaraçosa, o gerente pediu desculpas e foi aberta a investigação para saber se o sistema estava realmente encontrando os padrões corretos. Porém, dias depois, o mesmo pai ligou para a loja pedindo desculpas confirmando o fato de que a filha estava grávida, só ele não havia tomado conhecimento ainda.

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BikeBerry

  • Aumento de 133% em vendas via e-mail marketing;
  • Aumento de 200% na atividade de usuários do site;
  • Duplicação do número de cliente retidos;
  • Aumento de 30% no consumo dos clientes fidelizados.

A loja americana de venda de bicicletas e acessórios BikeBerry viu no big data um divisor de águas para o seu negócio.
O objetivo da loja virtual sempre esteve centrado no engajamento dos clientes já existentes. O problema é que, após certo tempo, começaram a perceber que a retenção desses clientes começou a se tornar um tanto quanto custosa para a empresa.
A BikeBerry estava perdendo dinheiro ao investir demais em estratégias de descontos e cupons e não conseguiam fazer com que a clientela adquirisse seus produtos sem esses benefícios.
Era hora de buscar uma solução mais inteligente e rentável.
Eles optaram por automatizar o marketing com o uso de inteligência artifical, serviço prestado pela Retention Science.
Assim, conseguiram identificar com maior exatidão comportamentos em comum dos clientes no site para oferecer o produto adequado nas melhores condições para cada caso (sim, eles conseguiam saber quais clientes estavam mais aptos a comprar sem ou com desconto).
Entre os fatores que a tecnologia utilizada analisava estavam os padrões de navegação, histórico de compra, informações demográficas e dados comportamentais dos clientes.
A análise de uma grande base de dados, apesar de não ser recente, ainda não se tornou algo comum entre a maioria das lojas virtuais, visto a necessidade de implementação de softwares de alta tecnologia e de um volume de dados gerados gigantesco.
Porém, é algo que deve estar no radar das grandes companhias que ainda não utilizam o big data para alavancar as vendas e satisfazer consumidores.

Achou interessante a forma como algumas empresas fazem uso do big data ao redor do mundo? Precisa de ajuda para criar uma boa estratégia com base nos dados que já estão disponíveis? Conte com a Future Marketing. O Futuro está aqui!

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